quinta-feira, 21 de maio de 2009

Wasted Years - Cold

"O Tempo Passa"


“- O que tu vai ser quando tiver 23 anos? – perguntou uma criança a outra.
-Vou ser médico! – respondeu ao indagador – e tu?
-Astronauta! –respondi.”


Quando era criança e brincava de carrinho com um amigo, lembro de ter feito esta pergunta a ele e hoje, 13 anos depois, vejo que as coisas são demasiadas diferentes do que esperávamos.
1° Não vejo meu amigo com freqüência alguma, mas sei que ele tem uma linda filha.
2°Não me tornei astronauta, mas pelo menos não tenho uma filha.
3º Perdi meu apreço pelas estrelas e não quero ser mais astronauta.
4° Fico me questionando sobre o que serei quando tiver 30 anos.
5° Ainda adoro carrinhos!



MORAL DA HISTORIA
Na infância as únicas coisas que nos são diminutos são a estatura e os problemas. O tempo é maior. A felicidade é maior. Os amigos são maiores. As brincadeiras são mais divertidas. E me pergunto por que a tal responsabilidade se manifesta de uma maneira voraz, nos impelindo a fazer coisas desmotivadoras, desprovidos de vontade, nos deixando na condição de proletariados sedentos por um salário mínimo.Será que se eu perguntar o porquê disto ao amigo e sua filhinha, eles me respondem?A verdade é que a vida é feita de fases, ou alguém decidiu que ela seria assim ( O capitalismo, talvez?), e sem percebermos, as situações nos impulsionam a buscar conforto, seja para nós ou quem acharmos necessário; nossos pais, afetos, amigos, todos!Porém enganam-se aqueles que pensam que responsabilidade é uma má feitora. Pelo contrário. Depois de aceita de bom grado, ela ajuda a moldar o caráter tornando o individuo muito mais apto para o que está por vir.


“- Médico? – indagou a criança desconfiada – mas tu morre de medo de sangue!
- E tu? Como vai ser astronauta se tu tem medo de altura?”

"Traição"


“As pessoas só tem a importância que damos a elas.”O que mais machuca em uma traição, não é fato de ela ter conseqüências que nos levam a pensar na frieza do traidor, mas sim o porquê de as más intenções do traidor não ter sido percebidas a tempo.Enganar-se com as pessoas é extremamente comum a todos. E isso se deve ao fato de que vestir a roupa de cordeiro é mais fácil de que mostrar o verdadeiro lobo presente em todos.Recentemente vi como é terrível ver a confiança desmoronar diante de si, e transmitir toda a culpa para atitudes impulsivas, como aquelas causadas pelo teor alcoólico das cervejas.E a coisa piora ainda mais, intimamente ligada à relativa sensação que nos, seres humanos, sentimos em confiar naqueles que de certo, podem nos decepcionar ou mostrar-se mais confiantes que nossos próprios familiares.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

"Desejo"


Não quero alguém que morra de amor por mim... só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo,
Quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... e que esse momento será inesquecível... só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um
sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... e que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder
acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.

Dias nublados e frios sempre trazem consigo melancolia e as lembranças de um coração partido de um amor a qual hoje lembro com tantas saudades, de alguém que um dia me fez imensamente feliz que de certo modo ainda faz, mas o que falar desse passado tão presente que me cerca por todos os lados quando tenho a grande ilusão de ter me curado você me vem com toda sua graça e malicia me provar que ainda estás aqui firme e forte e pronto pra mostrar que ainda vive que ainda pulsa. Por mais que eu tente matá-lo, deixar ele no mais fundo dos esconderijos pra que não tenha a minima esperança de ainda pulsar de ainda restar algo dentro de mim!
Mas me basta um oi, um sorriso pra que minhas suplicas pra que tal sentimento tenha ido embora sejam em vão e todo o torpor que essa tal lembrança que esse tal sentimento me traz é de que quem sabe em algum dia dessa vida sem qualquer explicação ela possa ressurgir das cinzas como uma fênix intocável como se nada tivesse acontecido nada absolutamente nada...
Mas lembranças e falsas esperanças essa é a grande duvida será que talvez um dia um dia isso possa finalmente acontecer ou será simplesmente mais um devaneio da minha angustia de um amor perdido!?

domingo, 17 de maio de 2009

The Beach


Passando o dia na praia, pois bem a Praia me acalma, me encanta, meu retiro, minha paz, lá esqueço do mundo, esqueço de tudo que me aflige lá e como se estar desligada do resto do mundo!
Onde ali nada pode me segurar me atrapalhar...
Onde encontro o Mar lindo, o vento, a areia, e o sol...admito prefiro praia em dias nublados e frios... meio esquisito mas e verdade não se encontra tanta gente, tanta criança nada contra mas prefiro o sossego que esse lugar "sagrado" me traz... quanto menos gente melhor....
La tenho a minha PAZ!!!
E hoje pude desfrutar disso e deixo vocês com essa paisagem ao fundo da foto que ta simplesmente perfeita!!!

sábado, 16 de maio de 2009


"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo...

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece...

Morre lentamente que evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos...

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos....

Morre lentamente quem passa os dias reclamando de sua má sorte ou da chuva incessante.... Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabem....

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço maior que o simples fato de respirar...

Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio explêndido de felicidade...."


Martha Medeiros

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Sentimentos


Se for a felicidade à porta, é bom pensar duas vezes antes de abri-la.Pensar na responsabilidade de deixá-la entrar e em tudo o que terá de fazer para não deixá-la partir.Mas ela insiste em ir embora,pelo menos comigo é assim.Não por falta de esforço da minha parte,com certeza,mas pelo inevitável fato de que tudo passa,e é tão difícil aceitar.
Sempre tive medo do futuro,do desconhecido, de um mundo inteiro com o qual eu deveria aprender a conviver, uma infinidade de sabores, sensações e imagens jamais vistas. O medo é uma sombra que nos acompanha durante toda a vida. Alguns dizem que é fruto da insegurança, da falta de autoconfiança.Não acredito que haja uma pessoa sequer que nunca tenha pecado pelo medo,que jamais teve medo de perder algo ou alguém e justamente por isso o tenha perdido ou que não tenha sofrido calado. Não acredito que haja imunidade contra esse mal. Acredito em pessoas hipócritas o suficiente para não o assumirem. Eu tive tudo o que mais quis em minhas mãos e,num piscar de olhos,foi-se meu ‘tudo’ e com ele minha alegria. A cada dia que acordo e encaro as lembranças vivas e sonhos mortos, me pergunto onde está a parte mais importante.O calendário existe apenas para me lembrar que o passado ainda respira.
Já que o futuro repete o passado, não há com o que se preocupar, exceto com as cicatrizes que inevitavelmente hão de aparecer.Talvez seja por isso que vivo de lembranças, porque não há mais nada pelo que viver.

" Verdades nas Entrelinhas "


"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão.

O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano.

Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

O amor, ah o amor... "


Trecho de Crônica do amor - Arnaldo Jabor