
Se for a felicidade à porta, é bom pensar duas vezes antes de abri-la.Pensar na responsabilidade de deixá-la entrar e em tudo o que terá de fazer para não deixá-la partir.Mas ela insiste em ir embora,pelo menos comigo é assim.Não por falta de esforço da minha parte,com certeza,mas pelo inevitável fato de que tudo passa,e é tão difícil aceitar.
Sempre tive medo do futuro,do desconhecido, de um mundo inteiro com o qual eu deveria aprender a conviver, uma infinidade de sabores, sensações e imagens jamais vistas. O medo é uma sombra que nos acompanha durante toda a vida. Alguns dizem que é fruto da insegurança, da falta de autoconfiança.Não acredito que haja uma pessoa sequer que nunca tenha pecado pelo medo,que jamais teve medo de perder algo ou alguém e justamente por isso o tenha perdido ou que não tenha sofrido calado. Não acredito que haja imunidade contra esse mal. Acredito em pessoas hipócritas o suficiente para não o assumirem. Eu tive tudo o que mais quis em minhas mãos e,num piscar de olhos,foi-se meu ‘tudo’ e com ele minha alegria. A cada dia que acordo e encaro as lembranças vivas e sonhos mortos, me pergunto onde está a parte mais importante.O calendário existe apenas para me lembrar que o passado ainda respira.
Já que o futuro repete o passado, não há com o que se preocupar, exceto com as cicatrizes que inevitavelmente hão de aparecer.Talvez seja por isso que vivo de lembranças, porque não há mais nada pelo que viver.
Sempre tive medo do futuro,do desconhecido, de um mundo inteiro com o qual eu deveria aprender a conviver, uma infinidade de sabores, sensações e imagens jamais vistas. O medo é uma sombra que nos acompanha durante toda a vida. Alguns dizem que é fruto da insegurança, da falta de autoconfiança.Não acredito que haja uma pessoa sequer que nunca tenha pecado pelo medo,que jamais teve medo de perder algo ou alguém e justamente por isso o tenha perdido ou que não tenha sofrido calado. Não acredito que haja imunidade contra esse mal. Acredito em pessoas hipócritas o suficiente para não o assumirem. Eu tive tudo o que mais quis em minhas mãos e,num piscar de olhos,foi-se meu ‘tudo’ e com ele minha alegria. A cada dia que acordo e encaro as lembranças vivas e sonhos mortos, me pergunto onde está a parte mais importante.O calendário existe apenas para me lembrar que o passado ainda respira.
Já que o futuro repete o passado, não há com o que se preocupar, exceto com as cicatrizes que inevitavelmente hão de aparecer.Talvez seja por isso que vivo de lembranças, porque não há mais nada pelo que viver.

Ameiii!! muito lindo seu texto ...palavras simples mais que tocam a gente...
ResponderExcluirbeijos
Bom,eu amei o texto,é
ResponderExcluirsimples e objetivo.
Bjãooo... :)